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Dona Cotinha, Tom e Gato Joca

Em frente à minha casa tem outra casa, pequena, de madeira, azul com janelas brancas. Está no fim de um terreno enorme com muitas árvores. Para mim aquilo é o que chamam de floresta. Tom diz que é um quintal. Ali mora dona Cotinha, uma velhinha que tem cabelos lilás e dirige um Fusquinha vermelho. Esse passou a ser meu esconderijo. Dona Cotinha sempre aparece com um prato de comida. Diz: 

- Vem, gatinho. Olha só o que eu trouxe para você. 

Sou premiado com sardinha fresca, atum, macarrão. Tenho engordado além da conta. Dia desses estava tomando sol e ouvi o Tom me chamar. O danado sentiu meu cheiro e descobriu meu segredo. Ele estava no portão quando chegou dona Cotinha, no seu Fusquinha. 

- Bom dia, menino - disse ela. Já que está em frente à minha casa, faça uma gentileza e abra o portão. 

Tom obedeceu. Dona Cotinha afagou minha cabeça e perguntou: 

- Este gatinho é seu? 

- Sim, senhora. 

- Ele é muito educado. 

- Obrigado - disse eu, na minha voz de gato. 

- No primeiro dia que o vi por aqui, ele entrou na casa e cheirou tudo. Agora, sempre deixo uma comidinha para ele! 

- Ah! Mas o Joca não come comida de gente, não, senhora. Só come ração - disse o Tom. 

- Come, sim, meu filho. E come de tudo. 

Dona Cotinha acabava de denunciar minha gula e o aumento de peso. Continuou: 

- Passe aqui no fim da tarde. Faço um bolo de fubá com cobertura de chocolate que é de dar água na boca. 

Com água na boca fiquei eu. Naquela tarde voltamos à casa de dona Cotinha. Ela foi logo mostrando pro Tom uma coleção de carrinhos antigos. Era do filho dela, que morreu bem pequeno. Depois nos levou para uma sala repleta de livros. Tom ficou de boca aberta e perguntou: 

- A senhora já leu todos esses livros? 

- Praticamente todos. Ler foi minha diversão, meu bom vício. Infelizmente meus olhos não ajudam mais. Essa pilha que você está vendo aqui ainda nem foi tocada. 

Tom começou a ler em voz alta, e sua voz encheu a sala de seres fantásticos. O tempo parou. 

Desse dia em diante, à tardinha, eu e Tom tínhamos uma missão. Abrir os livros de dona Cotinha e deixar os personagens passearem pela casa mágica, no meio da floresta da cidade de pedra.

Cléo Busatto, autora deste conto, é escritora e contadora de histórias.




1. Quem são os personagens principais da história?

Dona Cotinha, Tom e Gato Joca

2. Quem narra a história?

Gato Joca

3.Retire duas passagens do texto que comprovem a resposta anterior.

Respostas individuais.

4. Como Dona Cotinha é descrita?

Uma velhinha que tem cabelos lilás e dirige um Fusquinha vermelho, gosta de animais e costumava ler muito.

5. Qual o segredo do Gato Joca?

Ele sempre ia à casa da Dona Cotinha para ganhar guloseimas.


6. Quem é o dono do Gato Joca?

a) Dona Cotinha
b) Tom
c) Ele é um gato de rua
d) Um outro personagem


7. Apesar de dona Cotinha gostar bastante de ler, ela não fazia mais isso. Por quê?

Ela explica que ler era sua diversão, mas os olhos já não ajudam na tarefa.


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Atividade

Leia:

    Vivemos em um ritmo acelerado, correndo contra o tempo. Nós esquecemos de um detalhe: o segredo para se relacionar melhor com as pessoas, estimular a criatividade e cumprir com a agenda, pode ser, justamente, desacelerar. Isso mesmo! Ficar à toa pode ser mais produtivo do que você pensa.

    Para Domenico de Masi, autor do livro O Ócio Criativo, desperdiçar o tempo, fazendo absolutamente nada, pode ser positivo. Embasado por descobertas da neurociência e observações sobre o mundo da arte, ele afirma que o cérebro, quando não ocupado com tarefas específicas, continua trabalhando em uma espécie de “piloto automático”, necessário para processar as emoções e informações que recebemos. Por isso, ficar à toa é tão importante. Com o ócio, ganhamos inspiração, autoconhecimento, criatividade e fôlego para continuar. Então, sempre que você se sentir esgotado, com a atenção dispersa, tente parar por uns minutos e deixe sua mente divagar. […]

Disponível em: http://www.agenciasys.com.b




1. O objetivo do texto é:

a) divulgar o livro “O ócio criativo”.
b) destacar a importância da neurociência.
c) apresentar atividades de lazer.
d) informar sobre a necessidade do descanso.

2.  “[…] tente parar por uns minutos e deixe sua mente divagar.”. O tom desse segmento, criado pelo imperativo, é o de:

a) ordem
b) pedido
c) recomendação
d) desejo

3. Por que, conforme Domenico de Masi, ficar sem fazer nada pode ser positivo?

Embasado por descobertas da neurociência e observações sobre o mundo da arte, ele afirma que o cérebro, quando não ocupado com tarefas específicas, continua trabalhando em uma espécie de “piloto automático”, necessário para processar as emoções e informações que recebemos.


4. Qual o tipo de sujeito na frase:  “Vivemos em um ritmo acelerado, correndo contra o tempo”

a) Indeterminado
b) Composto
c) Oculto
d) Simples

5.  Qual o tipo de sujeito na frase: “ Com o ócio, ganhamos inspiração, autoconhecimento, criatividade e fôlego para continuar.”

a) Indeterminado
b) Composto
c) Oculto
d) Simples


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Leia o texto:

Se Eu Fosse Esqueleto

por: Ricardo Azevedo


Se eu fosse esqueleto não ia poder tomar água nem suco porque ia vazar tudo e molhar a casa inteira. 

Tirando isso, ia acordar e pular da cama feliz como um passarinho. 

É que ser uma caveira de verdade deve ser muito divertido. 

Por exemplo. Faz de conta que um banco está sendo assaltado. Aqueles bandidões nojentões, mauzões, armados até os dentões, berrando: 

- Na moral! Cadê a grana? 

Se eu fosse esqueleto, entrava no banco e gritava: bu! 

Bastaria um simples bu e aquela bandidagem ia cair dura no chão, com as calças molhadas de úmido pavor. 

O gerente e os clientes do banco iam agradecer e até me abraçar, só um pouco, mas tenho certeza de que iam. 

Se eu fosse caveira, de repente vai ver que eu ia ser considerado um grande herói. 

Fora isso, um esqueleto perambulando na rua em plena luz do dia causaria uma baita confusão. O povo correndo sem saber para onde, sirenes gemendo, gente que nunca rezou rezando, o Exército batendo em retirada, aquele mundaréu desesperado e eu lá, todo contente, assobiando na calçada. 

Um repórter de TV, segurando o microfone, até podia chegar para me entrevistar: 

- Quem é você? 

E eu: 

- Sou um esqueleto. 

E o repórter: 

- O senhor fugiu do cemitério? 

Aí eu fingia que era surdo: 

- Ser mistério? 

E o repórter, de novo, mais alto: 

- O senhor fugiu do cemitério? 

- Assumiu no magistério? 

- Cemitério! 

- Fala sério? Quem? 

Aí o repórter perdia a paciência: 

- O senhor é surdo? 

E eu: 

- Claro que sou! Não está vendo que não tenho nem orelha? 

Se eu fosse esqueleto talvez me levassem para a aula de Biologia de alguma escola. Já imagino eu lá parado e o professor tentando me explicar osso por osso, dente por dente, dizendo que os esqueletos são uma espécie de estrutura que segura nossas carnes, órgãos, nervos e músculos. 

Fico pensando nas perguntas e nos comentários dos alunos: 

- Como ele se chamava? 

- É macho ou fêmea? 

- Quantos anos ele tem? 

- Tem ou tinha? 

- Magrinho, não? 

- O cara sabia ler ou era analfabeto? 

- E a família dele? 

- Era rico ou pobre? 

- O coitado está rindo de quê? 

E ainda: 

- Professor, ele era careca? 

Enquanto isso, eu lá, no meio da aula, com aquela cara de caveira, sem falar nada para não assustar os alunos e matar o professor do coração. 

Uma coisa é certa. Deve ser muito bom ser esqueleto quando chega o Carnaval. Aí a gente nem precisa se fantasiar. Pode sair de casa numa boa, cair no samba, virar folião e seguir pela rua dançando, brincando e sacudindo os ossos. Parece mentira, mas, no Carnaval, porque é tudo brincadeira, a gente sempre acaba sendo do jeito que a gente é de verdade. 

Se eu fosse esqueleto, quando chegasse o Carnaval, ia sair cantando: 

Quando eu morrer
Não quero choro nem vela
Quero uma fita amarela
Gravada com o nome dela 

Todo mundo sabe que o maior amigo do homem é o cachorro. 

O que a maioria infelizmente desconhece e a ciência moderna esqueceu de pesquisar é que o pior inimigo do esqueleto late, morde, abana o rabo, carrega pulgas e aprecia fazer xixi no poste. 

E se eu fosse esqueleto e por acaso um vira-lata me visse na rua, corresse atrás de mim e fugisse com algum osso dos meus?




Agora responda:


1. Segundo o texto, quais as dificuldades em ser um esqueleto? Cite duas:



Se eu fosse esqueleto não ia poder tomar água nem suco porque ia vazar tudo e molhar a casa inteira. 

E se eu fosse esqueleto e por acaso um vira-lata me visse na rua, corresse atrás de mim e fugisse com algum osso dos meus?


2. E as vantagens? Cite duas:


Poderia evitar um assalto apenas assustando os bandidos.
Poderia sair no Carnaval sem necessitar de uma fantasia.




3. Pelo que o narrador seria considerado um herói, se fosse um esqueleto?

Ele poderia evitar um assalto ao banco e todos agradeceriam o o tratariam como herói.



4. Como ele daria um jeito nos bandidos?

Apenas assustando os bandidos com um grito.


5. Quais as possíveis dúvidas que os alunos teriam a respeito do esqueleto, se ele fosse usado numa aula de Biologia? O que você perguntaria?


- Como ele se chamava? 

- É macho ou fêmea? 

- Quantos anos ele tem? 

- Tem ou tinha? 

- Magrinho, não? 

- O cara sabia ler ou era analfabeto? 

- E a família dele? 

- Era rico ou pobre? 

- O coitado está rindo de quê? 

E ainda: 

- Professor, ele era careca? 

Outras perguntas individuais.




6.  Pinte, no texto, palavras que rimam.

Resposta individual.


7. Por que ele acredita que o cachorro é inimigo dos esqueletos?


Os cachorros poderiam persegui-lo para conseguir fugir com um de seus ossos.


8.  Que confusões o esqueleto causaria na rua?


O povo correndo sem saber para onde, sirenes gemendo, gente que nunca rezou rezando, o Exército batendo em retirada, aquele mundaréu desesperado e eu lá, todo contente, assobiando na calçada. 


Atividade sugerida para o 6º ano para identificar informações explícitas no texto.



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O PATINHO BONITO

Publicado na Folhinha, sábado, 12 de agosto de 1989
Marcelo Coelho

Era uma vez um pato chamado Milton. Sei que Milton não é nome de pato. Mas esse se chamava assim, e você vai logo saber por quê. Quando ele nasceu, todos tiveram a maior surpresa. Aliás, não foi quando ele nasceu, foi quando viram que o ovo dele - quer dizer, o ovo que depois seria ele - não era um ovo de pato comum. Era meio azulado e brilhante, quase como um ovo de Páscoa. Mas ovos de Páscoa são embrulhados. Esse ovo não era; a casca é que era meio azul. Os pais de Milton, quando viram o ovo no ninho, foram logo perguntando:
- Mas que é que este ovo está fazendo aí?
- Isso não é ovo de pato.
- Acho que é ovo de galinha.
- Não seja bobo! Galinhas têm ovos brancos!
- Brancos nada! Já vi uns que são meio amarelos, meio beges. Se ovos de galinha podem ser amarelos, por que é que não podem também ser azuis?
- Bom, então pode ser que seja um ovo de pato. Vai ver que também existem ovos de pato que são azuis.
Acharam melhor esperar para ver o que acontecia.
Um dia, a casca azulada do ovo começou a se quebrar e de lá saiu um lindo patinho. Era azul? Não, não era. Era um patinho normal. Só que muito mais bonito que os outros. Não sei bem como é que um pato normal pode ser mais bonito que os outros; mas os patos sabem. Acharam ele tão bonito que resolveram logo uma coisa. Não era justo dar para ele um nome qualquer. Ele era diferente. Era mais bonito. Como é que poderia tem um nome comum, como "Quém quém?".
- Esse nome é para patos comuns, disse a mãe dele.
- Então vamos chamá-lo de Quá-quá, disse a madrinha dele.
- Isto também é para patos comuns, sua boba!, respondeu a mãe. Eu quero que ele seu chame Milton.
- Ela gostava do nome Milton. Todos acharam meio estranho, mas acabaram concordando que um patinho tão bonito merecia um nome especial.
O tempo foi passando, e Milton era o patinho mais bonito da escola. Todos olhavam para ele e diziam: "Como ele é bonito!" Ele se olhava no espelho e dizia: "Como eu sou bonito!" E ficava pensando: "Sou tão bonito que talvez eu nem seja um pato de verdade. Tenho até nome diferente. Meu ovo era azul. Eu me chamo Milton. Quem sabe eu sou gente?
E Milton começou a ficar meio besta. Diziam: "Milton, vem nadar!" Ele respondia: "Eu não. Pensam que eu sou pato como vocês?" Todos os outros patos começaram a achar o Milton meio chato. Ele foi ficando sozinho. E dizia: "Não faz mal. Sou mais bonito. Vou terminar na televisão. Vou ser o maior galã".
Uma noite Milton resolveu fugir de casa. Foi até a cidade para tentar entrar na televisão. Quando chegou na porta da estação de TV, foi logo dizendo: "Eu me chamo Milton. Além de bonito, acho que eu tenho muito talento artístico". Ele tinha jeito para ser ator de novela. Juntou gente em volta. "Ih, não enche", disse alguém. "Todo dia alguém arranja uma fantasia de bicho e vem aqui procurar lugar na televisão".
- Mas você não vê que eu não estou fantasiado? Perguntou Milton. Seu eu estivesse usando uma roupa de pato, se eu fosse uma pessoa com roupa de pato, eu seria da sua altura. Mas eu sou baixinho como um pato! Como um pato de verdade!
- Então como é que você sabe falar?
- Mas os patos falam!! disse Milton, quase chorando.
- Não vem com essa, ô malandro, disse um guarda que estava ali perto. Para mim você é um pato mecânico. Deve ser uma espécie de robô com um computador na cabeça!
E o guarda foi logo agarrando o Milton para arrancar a cabeça dele e ver o que tinha dentro.
- Me larga! Me larga! Gritava Milton. "Eu sou um pato! Um pato de verdade! Sou um PATO! Um PATÔÔÔ..."!
De repente Milton teve um estremeção. Abriu os olhos e viu que estava em casa. Ele tinha sonhado. Olhou para seus pais, ainda meio assustado, e disse:
- Eu sou um pato... eu sou um pato...
E seus pais disseram:
- Puxa, ainda bem que você se convenceu!
- É mesmo, já estava na hora de você achar que era um pato mesmo!
- É, todo mundo estava cheio dessa história de achar que não era um pato, que era diferente...
Milton ouviu tudo aquilo e ficou pensando: "Puxa, ainda bem que eu sou um pato, um patinho como todos os outros! Ainda bem!".
E daí por diante não havia pato mais contente, que tivesse mais vontade de nadar na lagoa, do que o Milton. De vez em quando ele ainda dizia: "Sou um pato! Um pato mesmo!". E dava um suspiro de alívio.




Agora responda:


1. Quem é o personagem principal?

R: Milton, o patinho bonito.

2. Como era o ovo que deu origem ao patinho Milton?

R:  não era um ovo de pato comum. Era meio azulado e brilhante, quase como um ovo de Páscoa. Mas ovos de Páscoa são embrulhados. Esse ovo não era; a casca é que era meio azul.

3. Por que esse patinho não recebeu um nome de pato comum?

R: Porque ele era mais bonito do que os outros. Acharam ele tão bonito que resolveram logo uma coisa. Não era justo dar para ele um nome qualquer. Ele era diferente. Era mais bonito. Como é que poderia tem um nome comum, como "Quém quém?".



4. Milton pensava que era pato ou algum outro ser? O que ele pensava que ele era?

R: Milton pensava que por ser tão bonito, talvez ele fosse gente e não um pato.


5.O que Milton dizia quando os outros patos o chamavam para nadar?

R: Ele dizia não ser um pato como os outros, por isso não queria fazer as coisas comuns aos patos.

6. Qual era o maior desejo de Milton?


R: Milton desejava ser um astro da TV.


7.As pessoas da televisão acreditaram que Milton era um pato de verdade? 


R: Não, eles acreditaram que ele era uma espécie de pato mecânico.


8. Milton se achava melhor do que os outros patos, mas depois ele mudou de ideia. Por que ele mudou de ideia?


R: Ele percebeu que uma boa aparência não faz ninguém ser superior e que querer ser melhor do que os outros poderia levá-lo a confusões e problemas terríveis.


10. Escreva um final para essa outra história:

ERA UMA VEZ uma mamãe pata que teve 5 ovos. Mas um dos patos nasceu muito feio ….

R: Resposta individual.


Livro Todo dia
Todo dia, de David Levithan, é um romance um pouco diferente dos que normalmente lemos. Ele tem um personagem sem corpo. Essa é a história de A., um garoto que atualmente tem dezesseis anos e sempre viveu trocando de corpo, todo dia um corpo diferente, uma vida diferente.
Todas as manhãs, ele acorda em um corpo novo, em uma família nova, tendo que se adaptar à rotina da pessoa dona do corpo no qual ele está hospedado, tentando se envolver o mínimo possível e não fazer alterações na rotina da pessoa.
A. não sabe exatamente como funciona, ou se existem outros como ele, mas sabe que às 00h ele deve estar dormindo porque é a hora de deixar o corpo. Ele consegue acessar à mente do corpo hospedeiro e descobrir o básico para passar o dia sem que amigos e parentes percebam que há algo muito errado.
Uma coisa muito interessante desse livro é a empatia que A. acaba tendo com diferentes grupos de pessoas, ele tem que ser homem, mulher, pobre, rico, magro, gordo.
Um dia ele acorda no corpo de um garoto chamado Justin e acaba se apaixonando pela namorada dele, Rhiannon. Uma menina linda, com ótimas qualidades, mas que não tem autoestima e aceita ser tratada mal por Justin. A. acaba se envolvendo a fazendo com que o Justin a trate bem e tenham momentos inesquecíveis. Após esse dia, mesmo em outros corpos, ele não esquece Rhiannon e teme o mal que pode ter causado a envolvendo ainda mais com Justin. Assim, ele tenta encontrar uma forma de se comunicar com ela e tentar viver esse amor, cada dia em um corpo diferente.
Há algum tempo um livro não me prendia assim, e mesmo com dias corridos e estressantes, eu não larguei o livro até terminar em tempo record. É um livro bom pra pensar e passar o tempo, uma leitura agradável e reflexiva, com um final, que, se não foi o que mais me deixaria feliz, acho que foi o que tinha que ser. 


Normalmente os colegas professores que blogam estão tão ocupados compartilhando atividades que não escrevem sobre a sua rotina de trabalho e sobre como é difícil aplicar essas atividades. Quero falar um pouco sobre isso, já que eu não tenho muitas atividades próprias porque pego as que esses gentis colegas postam e já que até ano passado eu só havia trabalhado com eja e cursinho.

Primeiramente, escola é um lugar de silêncio. Se você fizer um jogo ou atividade dinâmica, as crianças vão se agitar e gritar, elas não sabem perder caladas e muito menos ganhar caladas. Se sua sala estiver barulhenta, você é o professor mais incompetente da escola e o diretor vai ter que vir falar para seus alunos pararem de falar e circular pela sala. Então, nada de jogos e dinâmicas para o bem da sua reputação.
Em segundo lugar, seu trabalho é realmente fazer os alunos sentarem e se calarem. Tenho que ressaltar isso porque eles não têm ideia de onde sentar e o que falar, as mesas são sempre mais atraentes que as cadeiras e é muito legal passar a aula inteira ameaçando matar o coleguinha ou mandando a coleguinha para a zona. E você realmente tem que fazer eles se calarem ou os seus ouvidos vão estourar logo depois que o seu cérebro explodir. E eu sei que Albert Einstein não se dava bem com a escola e com as regras, mas vamos admitir que a maioria de nossos alunos não são gênios que vão mudar o mundo, eles só não querem estudar mesmo.
Silêncio é o bem mais precioso do universo, você vai ver isso depois de achar que era incrível passar em dois concursos para passar todas as manhãs e tardes trancada em uma sala pequena sem ventilador com 45 monstros crianças e adolescentes. E você vai ter que pagar para um substituto ir gritar e ouvir gritos no seu lugar para poder passar uma manhã trancada no quarto ouvindo sons de passarinhos, ou não ouvindo absolutamente nada, o que é até melhor.
Crianças do 6º ano podem ser especialistas em drogas, sim e você não deve compartilhar essas informações e se meter com a turma da fumaça ou vai passar o ano com alguém que te ameaçou.
Essas crianças e adolescentes são frutos de lares loucos, de pessoas que pensavam que, se filho é uma benção, por que não ter vários e jogar nos braços do Estado quando descobre que não são tão bençãos assim. São mães que passam a semana trabalhando na casa dos outros e no final de semana estão cansadas demais para olhar para os filhos, pais que passam a semana em alguma obra ou lavoura e no final de semana estão cansados e bêbados demais para olhar para os filhos. Então você tem que dar noções básicas de educação e convívio para evitar mais sociopatas e vagabundos no futuro. Você tem que dar perspectivas porque eles não têm nenhuma.Você também aprende que há joias raras nesse meio e não pode deixar que se percam, enquanto você está ocupado demais com os alunos-problema.
Você não pode demonstrar que quer ser boa para eles e que é legal e se preocupa com o futuro deles. Isso vai ser interpretado como 'ela é boazinha, vamos tocar o terror nessa sala'. Se cometeu esse erro, a melhor forma de voltar atrás é fechando a cara para sempre e passando atividades extras a cada quebra de regra.
Não escrevi nada de atividade, mas essa é a minha rotina até agora, essas são minhas preocupações, orientar para o conhecimento tornou-se tão secundário que mal sobra tempo para isso. Estou sempre exausta e só estou escrevendo isso porque paguei substituta hoje também e só ouço os pássaros na minha janela, mas amanhã volta tudo de novo e meu cérebro dói só de pensar.
A última coisa que aprendi foi o que me falaram, que é que tudo melhora lá pelo 3º ano de trabalho. Espero que isso não seja mais uma mentira porque meu cérebro realmente está ameaçando explodir e me boicotando com algumas doenças para me obrigar a ficar em casa.
Gostaria de poder transmitir para os alunos que nós estamos juntos nessa, que se a escola, como funciona atualmente, está ruim para eles, está muito pior para nós que temos que fingir que comandamos essa engrenagem toda enquanto estamos cansados, adoecidos e desejosos de mudar todo esse sistema. 


Sim, essa lista contém apenas um livro. Março teve 321 dias, mas não foi o suficiente para manter alguma leitura.
Será que o professor que trabalha em dois turnos tem algum tempo para uma literatura de entretenimento ou atualização? Dificilmente.

Esse mês li:
Ansiedade: Como enfrentar o mal do século - Augusto Cury.

Achei o livro muito bom. Augusto Cury fala, entre outras coisas, sobre como estamos adoecendo os nossos jovens, fazendo com que, desde cedo, estes tenham preocupações com o futuro e vivam temendo problemas que ainda não chegaram.
Nós vivemos com a mente no futuro enfrentando dificuldades que provavelmente nunca se concretizarão. Enquanto isso deixamos de desfrutar o presente.
Em alguns momentos a leitura se torna repetitiva, e confesso que pulei alguns parágrafos, mas no geral valeu a pena para saber mais como reconhecer essa doença e enfrentá-la.


Depois de algum tempo sem atualizações, quero agradecer aos leitores que continuam fiéis, mesmo com essa ausência. 
Como somos todos livro-maníacos, a melhor forma de fazer isso é com um sorteio de livro!
O sorteado será O teorema Katherine de John Green.


Sinopse


Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome- Katherine. E, em se tratando de Colin e Katherines, o desfecho é sempre o mesmo- ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato. Após o mais recente e traumático pé na bunda, o Colin que só namora Katherines resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão- elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

 Regras: Ter endereço de entrega no Brasil.
Seguir as instruções do sorteador abaixo.

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Teixeira e Sousa foi um escritor de origem muito humilde, mestiço, mas que escreveu o primeiro romance romântico brasileiro, O filho do pescador (1843). Segundo Alfredo Bosi, sua escrita fica abaixo mesmo da de Macedo (Aquele d’A Moreninha).
O romance era o entretenimento das massas naquela época, isso dos que eram alfabetizados e podia ainda pagar por livros, Teixeira e Sousa teria a influência de autores mais populares da subliteratura francesa. Bosi ressalta que hoje a cultura de massa é estudada, porém naquela época isso não acontecia, portanto autores como Teixeira e Sousa ficaram muito tempo ‘por fora’ do que é considerado cultura.
Essa postagem será atualizada com o resumo ou resenha do romance O filho do pescador.
Para quem também se interessar pela leitura, deixo abaixo o link para download.

Resumo – O filho do pescador

Contrariando os conselhos do pai, Augusto se casa com uma bela jovem que acaba de ficar viúva, vítima de um naufrágio, Laura. O pai alerta que um casamento movido apenas pelo amor à beleza física trará apenas arrependimentos, pois a beleza é passageira.
Casado com Laura e após a morte de seu pai, Augusto vai lhe dar razão, Laura mostra um gênio forte e caprichoso, mas acaba se tornando mais amorosa após um incêndio na casa onde moram, no qual Augusto está perto da morte, conseguindo sobreviver apenas com o auxílio de um escravo que arrisca a própria vida para salva-lo (!!)
O casal muda-se para a cidade, enquanto aguarda a reforma da casa em que viviam, Augusto se ausenta por algumas noites para assistir a reforma e sempre deixa Laura avisada de quando não retornará. Em uma dessas ocasiões, ele resolve voltar para casa e encontra um homem fugindo pela janela, mas uma escrava bonita assegura que tratava-se de uma vista para ela.
Mal sabe ele que o vulto era o seu melhor amigo, Florindo, que junto com Laura planeja sua morte. Poucas linhas depois, o narrador sempre interagindo com o leitor informa do velório de Augusto e das lágrimas da viúva, que em seguida troca confissões nos momentos de intimidade com Florindo. Laura revela que fugiu de casa aos doze anos com o companheiro que faleceu no naufrágio, de onde foi salva por Augusto e pelo escravo João.
Florindo mostra remorso por ter se juntado a ela para matar o homem que a salvou. Ele vai embora, para a revolta de Laura, que logo encontra outro amante para livrar-se de Florindo. Dessa vez, Marcos é o seu cúmplice, ele sem hesitação procura Florindo, executa-o e volta para os braços da viúva loira. Eles levam um susto ao ver Florindo de volta a janela e chegam à conclusão de que o tiro não foi suficiente para mata-lo, ele teria conseguido andar até a casa, mas morreu em seguida. A dupla enterra a vítima no jardim.
Em seguida, Laura conhece um jovem e belo caçador,  eles se encantam instantaneamente pela beleza um do outro. Ele pede por carta um encontro ao qual ela manda uma carta aceitando. No horário do encontro, entretanto, Laura encontra Marcos, que tenta matá-la, ela é salva, mas não reconhece o seu salvador. O homem que a salva manda que Marcos abandone o Rio de Janeiro e não procure mais a viúva.
Marcos vai embora, porém, ele é ladrão, procurado e tem inimigos, um deles causando a sua morte. Livre, Laura pode pensar em casar com o jovem caçador, ele comunica ao padrinho, mas ouve uma negativa. O padrinho marca um encontro para revelar o motivo de sua posição. Lá, revela todos os crimes e segredos de Laura. Ela fugiu de casa aos doze anos, teve um filho aos quatorze e foi abandonada pelo companheiro que levou o filho. Com um novo amante, ela viveu por alguns anos, antes do naufrágio.
O pai de seu filho deixou o menino com o padrinho, que termina revelando que se trata de Emiliano, o jovem caçador!
Mais, ele observava Laura desde o casamento com Augusto e pela descrição soube se tratar da mãe de seu afilhado, observando um homem comprar veneno para rato, ele interferiu para que o mesmo levasse um remédio que faria com que pensassem causar a morte, mas na verdade, Augusto estava em um sono profundo, que só especialistas reconheceriam. Ele interferiu também para substituir o corpo e tratar a vítima de envenenamento. Augusto esteve o tempo inteiro vivo e escondido observando os crimes de Laura.
Mãe e filho se emocionam e Emiliano pede que perdoem a sua mãe. Alega que as mulheres são julgadas de forma mais severa pelos mesmos crimes que os homens cometem e não são julgados. Laura jura que se arrepende e é perdoada, desde que fique em um convento.
Desde então esta mulher caída é olhada com desprezo; seu nome é acompanhado de um epípeto de infâmia; sua presença revela uma idéia de menospreço… justo castigo de sua fraqueza, é bem verdade! E por que não sofre outro tanto o seu vil sedutor?
(…) mas nos vícios contra a castidade, nos vícios contra a fidelidade conjugal, nós nos esquecemos dos castigos que os seguem contra os homens, e só os aplicamos contra as mulheres!
Essa é a defesa do filho para a mãe que vive em uma sociedade que julga normal que uma mulher sofra abusos do marido e mesmo que uma menina de doze anos seja seduzida por uma homem experiente que deveria dissuadi-la da ideia de abandonar o lar paterno.
“Todavia, o homicídio pode algumas vezes ser justificado pela defesa da própria vida, da honra, da fazenda, etc.
O adultério, porém, nunca será justificável; não obstante, alguém haverá tão indulgente que queira minorar sua intensidade por causa de alguns maus tratos, abusos de alguns maridos, faltas de certos necessários, etc., porém bem miseráveis são semelhantes desculpas, mas demo-las de barato.”
Eu fiquei intrigada com esse livro, com a apresentação de uma personagem como Laura, que é interiormente tão diferente do ideal do romantismo e ainda por cima não termina com a morte como punição dos seus pecados



Emma sempre teve um ‘crush’ pelo bonitão da faculdade, Dexter. Dexter nunca havia notado Emma até a festa de formatura, quando a achou muito bonita. Os dois queriam relaxar em um lugar mais tranquilo da festa e acabaram conversando em uma noite que acabou em beijos no quarto que ela dividia com uma amiga.
Emma é uma garota que quer mudar o mundo, cheia de ideais e sonha em ser escritora, não tem exatamente ideia do que vai fazer com o diploma. Dexter pode viajar pelo mundo com o dinheiro dos pais enquanto pensa nisso.
Apesar das diferenças, eles continuam mantendo contato através das longas cartas que Emma escreve para ele os rápidos cartões-postais que Dexter envia para ela. Confissões são trocadas sobre a vida, carreira, família, relacionamentos amorosos. Através do tempo a amizade continua com menos ou mais intensidade.
Eles são a pessoa um do outro, com quem querem conversar sempre que algo importante acontece. Um romance não está nos planos deles. Dexter se torna famoso na tv, Emma descobre que ser a melhor aluna não ajuda muito na vida real, desiste dos planos de uma companhia de teatro independente, passa por moradias horríveis, empregos infelizes e pensa em voltar a morar com os pais.
Na fase em que suas personalidades mais destoa chegam a romper a amizade, embora um magnetismo sempre os empurra um para o outro, pois são sempre o melhor amigo um do outro.
Um dia é um livro que me respondeu bem à pergunta se vale a pena ler um livro cuja história já vimos em um filme. Vale muito a pena, mesmo sabendo o final, o final não é só o que interessa, importa o caminho, a trajetória dos personagens, as características e detalhes que só o livro pode trazer.
Achei o formato muito parecido com Simplesmente acontece ou Love, Rose. Uma grande amizade que vai se transformando em amor romântico. Gosto de ler as ambições dos personagens. A infelicidade e frustração de Emma muitas vezes se reflete no estado do lugar onde ela mora e trabalha. Isso é muito interessante, pois nos leva a pensar nos indivíduos que se acomodam com uma moradia ou emprego medíocre, certamente assim como Emma nessa fase, muitas vezes nos falta autoconfiança para entender que merecemos algo melhor e que é possível lutar por isso.
Sempre manter as verdadeiras amizades, sempre lutar pelo que acredita na vida são algumas belas lições desse livro.
Meta de Leitura para 2014
“Viver cada dia como se fosse o último” — esse era o conselho convencional, mas na verdade quem tinha energia para isso? E se chovesse ou você estivesse de mau humor? Simplesmente não era prático. Era bem melhor tentar ser boa, corajosa, audaciosa e se esforçar para fazer a diferença. Não exatamente mudar o mundo, mas um pouquinho ao redor. Seguir em frente, com paixão e uma máquina de escrever elétrica e trabalhar duro em… alguma coisa. Mudar a vida das pessoas através da arte, talvez. Alegrar os amigos, permanecer fiel aos próprios princípios, viver com paixão, bem e plenamente. Experimentar coisas novas. Amar e ser amada, se houver oportunidade.


[ com spoilers]
Estive lá fora é um romance de Ronaldo Correia de Brito ambientada na repressiva Recife dos tempos da ditadura militar. Frequentemente obras histórias e literárias falam sobre os movimentos dos militantes no Sudeste, digamos o ‘centro do pais’, então essa é uma oportunidade de ver um ângulo do Recife.
O principal foco do romance Estive lá fora é o do personagem Cirilo, um hippie, estudante de medicina, que na verdade não está em uma das fronteiras, direita ou esquerda. Cirilo teme no que a esquerda se tornou ao redor do mundo, mas também não é a favor dos rumos da direita no país.
Seu irmão Geraldo é um líder da militância estudantil, vive na clandestinidade, preso algumas vezes, sempre mudando de nome e endereço com a namorada Fernanda e a família teve sua morte.Não pode manter contato nem mesmo com Cirilo para não revelar sua localidade, mas o faz uma vez.
Cirilo está em um triângulo amoroso com os amigos Paula e Leonardo. Ambos têm a chave do apartamento dela, mas o acordo não funciona, assim ele tenta esquecer Paula e se envolve com uma estudante que encontrou fugindo da polícia, Rosa. Ela estuda artes e faz aquarelas, porém se mostra fria para o romance sempre o deixando frustrado.
Cirilo sempre o peso de ser o filho responsável da família, o que economiza para mandar dinheiro, o que estuda medicina para não decepcionar os pais, sentindo-se na obrigação de compensar a rebeldia de Geraldo. Isso o deixa rancoroso sobre o irmão.
Ele segue sua rotina entre as aulas de medicina e o emprego temporário como professor, onde frequentemente chega atrasado, um dia Fernanda o encontra e revela que Rosa é uma espiã. Ela só estava com ele para descobrir o endereço de Geraldo e notadamente perdeu o interesse quando ele mostrou que não sabia do irmão.
O passado da família também está presente na narrativa tanto com a história dos pais dos estudantes, como a de um tio que cometeu um crime e se afogou. As imagens se misturam na mente de Cirilo quando os amigos o buscam para contar que Geraldo foi baleado. No caminho que Cirilo procura prolongar, ele para para subir numa ponte e essas imagens estão em sua mente, o irmão levado pelas águas, o tio levado pelas águas.


Sim, vou começar a fazer a meta agora. Começar. Porque sei que ela vai crescer muito ainda, mas não quero fechar a meta, quero começar a meta e deixar aberta, e quando atingir a meta, dobrar a meta.
Quero tomar muito cuidado com modismos porque o tempo que temos é pouco pra ler livros que não sejam excepcionalmente bons. Mas também quero me arriscar porque não dá para saber antes de conferir.
Pra não correr tanto o risco de errar, vou começar pelos clássicos que sempre suspirei pra ler e depois vou acrescentando algumas novidades que prometerem uma leitura agradável e profunda. Tenho mitos livros que comprei ou baixei por impulso, então vou começar a ler e se ver que não me agrada vou passar para outro.

Meta:
  1. O vermelho e o negro – Stendhal
  2. O carvalho falante – George Sand/ de Amandine Aurore Lucile Dupin
  3. Viagens na minha terra – Almeida Garrett
  4. Os Noivos – Alessandro Manzoni
  5. Suspiros Poéticos e Saudades / Gonçalves de Magalhães
  6. O filho do pescador – Teixeira e Souza ☑
  7. Alguns livros de Honore de Balzac
  8. O general no seu labirinto – Gabriel Garcia Márquez
  9. Frutos da terra – Andre Gide
  10. A desobediência civil – Thoreau
  11. O tempo e o vento – Veríssimo ( Toda a ‘saga’)
Não quero colocar mais nada nessa meta até, pelo menos tentar, ler cada um dos livros que estão na minha estante e no kindle, que incluem:
  1. As crônicas de gelo e fogo – Livro 1
  2. Livro 2
  3. Livro 3
  4. Livro 4
  5. Livro 5
  6. O guia do mochileiro das galáxias – livro 2( Falta ler quatro livros)
  7. livro 3
  8. livro 4
  9. livro 5
  10. Anna Karenina  – Tolstoi
  11. Estive lá fora – Ronaldo Correia de Brito ☑
  12. Contos negreiros – Marcelino Freire
  13. O estranho caso de Benjamim Button – F. Scott Fitzgerald
  14. Baía da esperança – Jojo Moyes
  15. Razão e sensibilidade – Jane austen
  16. Agnes Grey – Anne Brontë
  17. A ausência  – Mary Westmacott (A.C.)
  18. A carga – M. W.
  19. O detetive Parker Pyne – Agatha Christie
  20. Testemunha da acusação – A. C.
  21. O visitante inesperado – A.C.
  22. Sócios no crime – A. C.
  23. Biofobia  – Santiago Nazbrian
  24. O duque e eu  – Julia Quinn
  25. Uma história de solidão – John Boyne
  26. Contos reunidos – Nabokovi
  27. Alucinadamente feliz – Jenny Lawson ☑
  28. Um hotel na esquina do tempo –
  29. A letra escarlate –
  30. O russo negro – Lenny Bartulin
  31. do universo à jabuticaba – Rubem Alves
  32. Put some farofa – Duvivier
  33. Doze contos peregrinos – Gabriel Garcia Márquez
  34. O demônio na cidade branca  – Erik Larson
  35. A ponte invisível-
  36. Neve de primavera –
  37. Uma curva no tempo – Dani Atkins
  38. Novos contos da montanha – Miguel Torga
  39. Mais comédias para ler na escola  – Luís Fernando Veríssimo
  40. Melhores contos – Caio Fernando Abreu ☑
  41. Contos de um mundo estranho – Felipe Kowari
  42. Caixão fechado – Sophie Hannah
  43. Um dia – ☑
  44. O último verão de Klingsor
  45. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra – Mia Couto.
  46. Vozes anoitecidas – M.C.
  47. Bosque das ilusões perdidas –
  48. Nova antologia do conto russo
  49. Na natureza selvagem –
  50. Há sempre um amanhã – Anita Notaro
  51. As flores do Ruanda
  52. Angosta – A cidade do futuro
  53. No país das últimas coisas – Paul Auster
  54. De repente, nas profundezas do bosque.
  55. Depois de você – J. M
  56. As três Marias – Raquel de Queiroz
  57. As memórias perdidas de Jane Austen
  58. A paz dura pouco –
  59. A pata da gazela – José de alencar
  60. A invenção das asas – Sue Monk Kid
  61. À espera dos bárbaros – J.M.Coetzee
  62. A fecha de Deus –
  63. A jangada de pedra  – José Saramago
  64. O nome da rosa – Umberto Eco
  65. Pureza  – José Lins do Rêgo
  66. O último voo do flamingo – M.C.
  67. Para você não se perder no bairro – Patrick Modiano
  68. À noite andamos em círculos – Daniel Alarcón
  69. Os miseráveis – Victor Hugo
  70. Pó de parede –
  71. Til – José de Alencar
  72. Cada homem é uma raça
  73. Gratidão – Oliver Sacks
  74. Dez mulheres – Marcela Serrano
  75. O palácio de inverno
  76. Um passe de mágica – A. C.
  77. Nove plantas do desejo e a flor de estufa – Margot Berwin
  78. Território da emoção
  79. Assassinato na casa do pastor – A. C.
  80. Isso me traz alegria – Marie Kondo
  81. Pedaços de um caderno manchado de vinho
  82. Maurice
  83. Verdade tropical – Caetano Veloso
  84. Infância – Graciliano Ramos
  85. O diabo veste prada –
  86. a vingança veste prada –
  87. De volta à vida – Nadine Godimer
  88. Fogo fátuo – Patricia Melo
  89. Além-mundos – Scott Westerfeld
  90. A conspiração da aranha – James Patterson
  91. Paris é uma festa – Ernest Hermingway
  92. Verdade ao amanhecer – E.H.
  93. Por que os sonos dobram – E. H.
  94.  O segundo sexo – Simone de Beauvoir
  95. Dançando sobre cacos de vidro
  96. Do amor e outros demônios – G.G.M.
  97. A sombra do vento – Carlos Ruiz Zafón
  98. A vítima perfeita- Sophie Hannah
  99. Crime e castigo – Dostoievski
  100. O demônio do meio-dia – Andrew Solomon
  101. Maestra – L.S. Hilton
  102. A filha das flores – Vanessa da Mata
  103. A noite maldita – André Vianco
  104. O caderno – Saramago
  105. Usina – José Lins do Rêgo
  106. O sol é para todos ☑
  107. Admirável mundo novo.

….to be continued….