Cair de para-quedas no meio do mundo, no meio da vida das pessoas, ter o poder de fazer alguma coisa. Ter mil braços, envolventes, ser envolvente. Sentir dói muito, importar-se machuca, enlouquece. Mas apesar de toda a impotência, não desejo não ver, não desejo passar pelos outros e não sentir em seus olhos as suas dores, as suas lutas, os seus sonhos perdidos revestidos de desesperança, chocados com a realidade. A dor intensa é preferível a alienação, a felicidades fúteis e cegas. Sonho com um mundo igual para os diferentes, lamento tantas vidas perdidas antes de o ser humano atingir essa evolução, mas acredito que em um futuro esse mundo existirá. Hoje uma florzinha verde nasceu em mim.



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