Título: Cinquenta Tons de Liberdade
Autora: E. L. James
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 601



Sinopse - Cinquenta Tons de Liberdade - Livro 3 - E. L. James

 Quando a ingênua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exige um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concorda. Agora, Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar do que o atormentava no passado. Quando parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, a malícia, o infortúnio e o destino conspiram para transformar os piores medos de Ana em realidade. Veja mais informações em: www.cinquentatonsdecinza.com



Continua a saga de Anastásia Steele e Christian Grey. Claro que a linguagem continua bem adolescente, a personagem narradora é mentalmente adolescente, e essa fase é a mais romântica, Christian Grey está enfrentando seus problemas, tentando ser menos pervertido, mas percebemos que Anastásia também é fã de uma vida sexual mais que agitada. Há alguma emoção a mais graças ao ex-chefe da mocinha, um pouco de melodrama por causa da gravidez e o final é... surpreendente para o que esperávamos de Cinquenta Tons e normal para leitoras de Sabrina, Bianca e companhia.

 "Ana" Steele é uma narradora autodiegética, ou seja, ela conta sua própria história e só conhecemos seu ponto de vista, isso nos três livros, mas nesse último há um capítulo bônus, uma parte do primeiro livro narrado por Christian Grey, eu particularmente achei bem divertido, claro que algum beletrista vai achar que a linguagem dele é tão adolescente quanto à de Ana, mas eu chamo isso de leitura de lazer, danem-se as técnicas narrativas, expressionismo, impressionismo, é um livro leve e bobo pra ler em algum dia preguiçoso quando não se quer pensar em nada. Muito menos pensar em virar submissa de algum maluco qualquer, sim porque alguns criticos pensam que os leitores fazem tudo que leem nos livros. Depois de certas criticas lidas, acho que tem critico mais ingênuo que Ana Steele.


Bom, eu já cansei de falar sobre esse livro, mas não gosto de dar opinião antes de ler a obra inteira, no caso, a trilogia. Terminei de ler o último livro Cinquenta Tons de Liberdade e repito o que achei dos primeiros livros, é mal escrito, o enredo é fraco e eu adorei. Contraditório, mas gosto não se discute, se aceita. Acontece que ninguém pode mais falar que gostou desses livros porque virou moda entre os beletristas de plantão falar mal dele.Quer dar uma de intelectual? Diga que Cinquenta Tons de Cinza é uma merda. Ok, que o livro é fraco e não agrada as mentes exigentes até minha gata já sabe, apenas escrevam uma novidade, escrevam um livro melhor ou escrevam sobre os livros que gostam. Nem eu gostaria de ainda estar nesse assunto, mas como leitora tenho o dever de me defender das criticas que também nós recebemos.
E vou falar o que penso das criticas, doa a quem doer. Eu sei que muitos críticos e blogueiros escrevem muito bem e até têm livros publicados que mereciam fazer bem mais sucesso que Cinquenta Tons ou qualquer desses livros bobos que atraem milhares de leitores. Mas eu simplesmente sinto dó quando vejo essas pessoas criticando o trabalho alheio, não é porque o seu não deu certo que tem que jogar pedra no dos outros.Muitos sentem-se incomodados com o sucesso dessa autora, tanto que existem muitos livros ruins por aí, mas só falam nesse. Essa moça acreditou num sonho, escreveu como gosta, se jogou, arriscou, talvez nem esperasse tanto retorno, mas ele veio, sabe-se lá o motivo, acho que críticas são sempre bem-vindas quando construtivas e não para esculachar livros, autores e leitores. Esse é o tipo de livro que faz não-leitores começarem a ler e muitos não vão parar em Cinquenta Tons, vão ler cada vez mais e melhores livros.
I don't make love. I fuck... hard.
Grandes livros podem ter frases mais escrotas que essa, mas eu não disse que esse é um grande livro, quero apenas confundir os intelectuais.
E só para acrescentar:
Não lemos livros porque somos iguais aos personagens.
Não lemos livros porque queremos ser iguais aos personagens.
Não lemos livros porque queremos casar com os personagens (Não todos).
Não vamos fazer tudo que lemos nos livros.
Nem todos os livros nós lemos para aprender alguma coisa.

ps: só uma coisinha que queria acrescentar (23/12/2012). Sim, esse é um livro romantico, acredito que a maioria das mulheres que se encantaram por Christian Grey não foram apenas conquistadas por seu gosto sexual pervertido, é toda a questão do homem problemático que você vai salvar, é a questão de se sentir protegida, porque mesmo com toda a indepêndencia, muito bem-vinda, ainda queremos cuidar e ser cuidadas. Todo mundo critica uma mulher insegura, atrapalhada, apaixonada, indecisa, mas Christian Grey se apaixona por uma mulher assim e se dispões a enfrentar seus traumas para tê-la ao seu lado, e francamente é foda ter que ser a mulher maravilha todos os dias, não somos mulherzinhas, mas cansamos às vezes, queremos ter o direito de ser frágil de vez em quando.
É, no mínimo constrangedor ver gente sem um pingo de talento, usando o sucesso de um livro ruim para se promover com resenhas do tipo Livro para Mulheres Mal Comidas, quem escreve isso deve ser o maior tipo de mal- comedor ( se é pra esculachar,vamos esculachar, estamos aqui para agradar).




Um Comentário

  1. eu gosto desses livros populares,é o tipo que chama a atenção de quem nunca ler.

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