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Dona Cotinha, Tom e Gato Joca

Em frente à minha casa tem outra casa, pequena, de madeira, azul com janelas brancas. Está no fim de um terreno enorme com muitas árvores. Para mim aquilo é o que chamam de floresta. Tom diz que é um quintal. Ali mora dona Cotinha, uma velhinha que tem cabelos lilás e dirige um Fusquinha vermelho. Esse passou a ser meu esconderijo. Dona Cotinha sempre aparece com um prato de comida. Diz: 

- Vem, gatinho. Olha só o que eu trouxe para você. 

Sou premiado com sardinha fresca, atum, macarrão. Tenho engordado além da conta. Dia desses estava tomando sol e ouvi o Tom me chamar. O danado sentiu meu cheiro e descobriu meu segredo. Ele estava no portão quando chegou dona Cotinha, no seu Fusquinha. 

- Bom dia, menino - disse ela. Já que está em frente à minha casa, faça uma gentileza e abra o portão. 

Tom obedeceu. Dona Cotinha afagou minha cabeça e perguntou: 

- Este gatinho é seu? 

- Sim, senhora. 

- Ele é muito educado. 

- Obrigado - disse eu, na minha voz de gato. 

- No primeiro dia que o vi por aqui, ele entrou na casa e cheirou tudo. Agora, sempre deixo uma comidinha para ele! 

- Ah! Mas o Joca não come comida de gente, não, senhora. Só come ração - disse o Tom. 

- Come, sim, meu filho. E come de tudo. 

Dona Cotinha acabava de denunciar minha gula e o aumento de peso. Continuou: 

- Passe aqui no fim da tarde. Faço um bolo de fubá com cobertura de chocolate que é de dar água na boca. 

Com água na boca fiquei eu. Naquela tarde voltamos à casa de dona Cotinha. Ela foi logo mostrando pro Tom uma coleção de carrinhos antigos. Era do filho dela, que morreu bem pequeno. Depois nos levou para uma sala repleta de livros. Tom ficou de boca aberta e perguntou: 

- A senhora já leu todos esses livros? 

- Praticamente todos. Ler foi minha diversão, meu bom vício. Infelizmente meus olhos não ajudam mais. Essa pilha que você está vendo aqui ainda nem foi tocada. 

Tom começou a ler em voz alta, e sua voz encheu a sala de seres fantásticos. O tempo parou. 

Desse dia em diante, à tardinha, eu e Tom tínhamos uma missão. Abrir os livros de dona Cotinha e deixar os personagens passearem pela casa mágica, no meio da floresta da cidade de pedra.

Cléo Busatto, autora deste conto, é escritora e contadora de histórias.




1. Quem são os personagens principais da história?

Dona Cotinha, Tom e Gato Joca

2. Quem narra a história?

Gato Joca

3.Retire duas passagens do texto que comprovem a resposta anterior.

Respostas individuais.

4. Como Dona Cotinha é descrita?

Uma velhinha que tem cabelos lilás e dirige um Fusquinha vermelho, gosta de animais e costumava ler muito.

5. Qual o segredo do Gato Joca?

Ele sempre ia à casa da Dona Cotinha para ganhar guloseimas.


6. Quem é o dono do Gato Joca?

a) Dona Cotinha
b) Tom
c) Ele é um gato de rua
d) Um outro personagem


7. Apesar de dona Cotinha gostar bastante de ler, ela não fazia mais isso. Por quê?

Ela explica que ler era sua diversão, mas os olhos já não ajudam na tarefa.


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Atividade

Leia:

    Vivemos em um ritmo acelerado, correndo contra o tempo. Nós esquecemos de um detalhe: o segredo para se relacionar melhor com as pessoas, estimular a criatividade e cumprir com a agenda, pode ser, justamente, desacelerar. Isso mesmo! Ficar à toa pode ser mais produtivo do que você pensa.

    Para Domenico de Masi, autor do livro O Ócio Criativo, desperdiçar o tempo, fazendo absolutamente nada, pode ser positivo. Embasado por descobertas da neurociência e observações sobre o mundo da arte, ele afirma que o cérebro, quando não ocupado com tarefas específicas, continua trabalhando em uma espécie de “piloto automático”, necessário para processar as emoções e informações que recebemos. Por isso, ficar à toa é tão importante. Com o ócio, ganhamos inspiração, autoconhecimento, criatividade e fôlego para continuar. Então, sempre que você se sentir esgotado, com a atenção dispersa, tente parar por uns minutos e deixe sua mente divagar. […]

Disponível em: http://www.agenciasys.com.b




1. O objetivo do texto é:

a) divulgar o livro “O ócio criativo”.
b) destacar a importância da neurociência.
c) apresentar atividades de lazer.
d) informar sobre a necessidade do descanso.

2.  “[…] tente parar por uns minutos e deixe sua mente divagar.”. O tom desse segmento, criado pelo imperativo, é o de:

a) ordem
b) pedido
c) recomendação
d) desejo

3. Por que, conforme Domenico de Masi, ficar sem fazer nada pode ser positivo?

Embasado por descobertas da neurociência e observações sobre o mundo da arte, ele afirma que o cérebro, quando não ocupado com tarefas específicas, continua trabalhando em uma espécie de “piloto automático”, necessário para processar as emoções e informações que recebemos.


4. Qual o tipo de sujeito na frase:  “Vivemos em um ritmo acelerado, correndo contra o tempo”

a) Indeterminado
b) Composto
c) Oculto
d) Simples

5.  Qual o tipo de sujeito na frase: “ Com o ócio, ganhamos inspiração, autoconhecimento, criatividade e fôlego para continuar.”

a) Indeterminado
b) Composto
c) Oculto
d) Simples


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Leia o texto:

Se Eu Fosse Esqueleto

por: Ricardo Azevedo


Se eu fosse esqueleto não ia poder tomar água nem suco porque ia vazar tudo e molhar a casa inteira. 

Tirando isso, ia acordar e pular da cama feliz como um passarinho. 

É que ser uma caveira de verdade deve ser muito divertido. 

Por exemplo. Faz de conta que um banco está sendo assaltado. Aqueles bandidões nojentões, mauzões, armados até os dentões, berrando: 

- Na moral! Cadê a grana? 

Se eu fosse esqueleto, entrava no banco e gritava: bu! 

Bastaria um simples bu e aquela bandidagem ia cair dura no chão, com as calças molhadas de úmido pavor. 

O gerente e os clientes do banco iam agradecer e até me abraçar, só um pouco, mas tenho certeza de que iam. 

Se eu fosse caveira, de repente vai ver que eu ia ser considerado um grande herói. 

Fora isso, um esqueleto perambulando na rua em plena luz do dia causaria uma baita confusão. O povo correndo sem saber para onde, sirenes gemendo, gente que nunca rezou rezando, o Exército batendo em retirada, aquele mundaréu desesperado e eu lá, todo contente, assobiando na calçada. 

Um repórter de TV, segurando o microfone, até podia chegar para me entrevistar: 

- Quem é você? 

E eu: 

- Sou um esqueleto. 

E o repórter: 

- O senhor fugiu do cemitério? 

Aí eu fingia que era surdo: 

- Ser mistério? 

E o repórter, de novo, mais alto: 

- O senhor fugiu do cemitério? 

- Assumiu no magistério? 

- Cemitério! 

- Fala sério? Quem? 

Aí o repórter perdia a paciência: 

- O senhor é surdo? 

E eu: 

- Claro que sou! Não está vendo que não tenho nem orelha? 

Se eu fosse esqueleto talvez me levassem para a aula de Biologia de alguma escola. Já imagino eu lá parado e o professor tentando me explicar osso por osso, dente por dente, dizendo que os esqueletos são uma espécie de estrutura que segura nossas carnes, órgãos, nervos e músculos. 

Fico pensando nas perguntas e nos comentários dos alunos: 

- Como ele se chamava? 

- É macho ou fêmea? 

- Quantos anos ele tem? 

- Tem ou tinha? 

- Magrinho, não? 

- O cara sabia ler ou era analfabeto? 

- E a família dele? 

- Era rico ou pobre? 

- O coitado está rindo de quê? 

E ainda: 

- Professor, ele era careca? 

Enquanto isso, eu lá, no meio da aula, com aquela cara de caveira, sem falar nada para não assustar os alunos e matar o professor do coração. 

Uma coisa é certa. Deve ser muito bom ser esqueleto quando chega o Carnaval. Aí a gente nem precisa se fantasiar. Pode sair de casa numa boa, cair no samba, virar folião e seguir pela rua dançando, brincando e sacudindo os ossos. Parece mentira, mas, no Carnaval, porque é tudo brincadeira, a gente sempre acaba sendo do jeito que a gente é de verdade. 

Se eu fosse esqueleto, quando chegasse o Carnaval, ia sair cantando: 

Quando eu morrer
Não quero choro nem vela
Quero uma fita amarela
Gravada com o nome dela 

Todo mundo sabe que o maior amigo do homem é o cachorro. 

O que a maioria infelizmente desconhece e a ciência moderna esqueceu de pesquisar é que o pior inimigo do esqueleto late, morde, abana o rabo, carrega pulgas e aprecia fazer xixi no poste. 

E se eu fosse esqueleto e por acaso um vira-lata me visse na rua, corresse atrás de mim e fugisse com algum osso dos meus?




Agora responda:


1. Segundo o texto, quais as dificuldades em ser um esqueleto? Cite duas:



Se eu fosse esqueleto não ia poder tomar água nem suco porque ia vazar tudo e molhar a casa inteira. 

E se eu fosse esqueleto e por acaso um vira-lata me visse na rua, corresse atrás de mim e fugisse com algum osso dos meus?


2. E as vantagens? Cite duas:


Poderia evitar um assalto apenas assustando os bandidos.
Poderia sair no Carnaval sem necessitar de uma fantasia.




3. Pelo que o narrador seria considerado um herói, se fosse um esqueleto?

Ele poderia evitar um assalto ao banco e todos agradeceriam o o tratariam como herói.



4. Como ele daria um jeito nos bandidos?

Apenas assustando os bandidos com um grito.


5. Quais as possíveis dúvidas que os alunos teriam a respeito do esqueleto, se ele fosse usado numa aula de Biologia? O que você perguntaria?


- Como ele se chamava? 

- É macho ou fêmea? 

- Quantos anos ele tem? 

- Tem ou tinha? 

- Magrinho, não? 

- O cara sabia ler ou era analfabeto? 

- E a família dele? 

- Era rico ou pobre? 

- O coitado está rindo de quê? 

E ainda: 

- Professor, ele era careca? 

Outras perguntas individuais.




6.  Pinte, no texto, palavras que rimam.

Resposta individual.


7. Por que ele acredita que o cachorro é inimigo dos esqueletos?


Os cachorros poderiam persegui-lo para conseguir fugir com um de seus ossos.


8.  Que confusões o esqueleto causaria na rua?


O povo correndo sem saber para onde, sirenes gemendo, gente que nunca rezou rezando, o Exército batendo em retirada, aquele mundaréu desesperado e eu lá, todo contente, assobiando na calçada. 


Atividade sugerida para o 6º ano para identificar informações explícitas no texto.



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O PATINHO BONITO

Publicado na Folhinha, sábado, 12 de agosto de 1989
Marcelo Coelho

Era uma vez um pato chamado Milton. Sei que Milton não é nome de pato. Mas esse se chamava assim, e você vai logo saber por quê. Quando ele nasceu, todos tiveram a maior surpresa. Aliás, não foi quando ele nasceu, foi quando viram que o ovo dele - quer dizer, o ovo que depois seria ele - não era um ovo de pato comum. Era meio azulado e brilhante, quase como um ovo de Páscoa. Mas ovos de Páscoa são embrulhados. Esse ovo não era; a casca é que era meio azul. Os pais de Milton, quando viram o ovo no ninho, foram logo perguntando:
- Mas que é que este ovo está fazendo aí?
- Isso não é ovo de pato.
- Acho que é ovo de galinha.
- Não seja bobo! Galinhas têm ovos brancos!
- Brancos nada! Já vi uns que são meio amarelos, meio beges. Se ovos de galinha podem ser amarelos, por que é que não podem também ser azuis?
- Bom, então pode ser que seja um ovo de pato. Vai ver que também existem ovos de pato que são azuis.
Acharam melhor esperar para ver o que acontecia.
Um dia, a casca azulada do ovo começou a se quebrar e de lá saiu um lindo patinho. Era azul? Não, não era. Era um patinho normal. Só que muito mais bonito que os outros. Não sei bem como é que um pato normal pode ser mais bonito que os outros; mas os patos sabem. Acharam ele tão bonito que resolveram logo uma coisa. Não era justo dar para ele um nome qualquer. Ele era diferente. Era mais bonito. Como é que poderia tem um nome comum, como "Quém quém?".
- Esse nome é para patos comuns, disse a mãe dele.
- Então vamos chamá-lo de Quá-quá, disse a madrinha dele.
- Isto também é para patos comuns, sua boba!, respondeu a mãe. Eu quero que ele seu chame Milton.
- Ela gostava do nome Milton. Todos acharam meio estranho, mas acabaram concordando que um patinho tão bonito merecia um nome especial.
O tempo foi passando, e Milton era o patinho mais bonito da escola. Todos olhavam para ele e diziam: "Como ele é bonito!" Ele se olhava no espelho e dizia: "Como eu sou bonito!" E ficava pensando: "Sou tão bonito que talvez eu nem seja um pato de verdade. Tenho até nome diferente. Meu ovo era azul. Eu me chamo Milton. Quem sabe eu sou gente?
E Milton começou a ficar meio besta. Diziam: "Milton, vem nadar!" Ele respondia: "Eu não. Pensam que eu sou pato como vocês?" Todos os outros patos começaram a achar o Milton meio chato. Ele foi ficando sozinho. E dizia: "Não faz mal. Sou mais bonito. Vou terminar na televisão. Vou ser o maior galã".
Uma noite Milton resolveu fugir de casa. Foi até a cidade para tentar entrar na televisão. Quando chegou na porta da estação de TV, foi logo dizendo: "Eu me chamo Milton. Além de bonito, acho que eu tenho muito talento artístico". Ele tinha jeito para ser ator de novela. Juntou gente em volta. "Ih, não enche", disse alguém. "Todo dia alguém arranja uma fantasia de bicho e vem aqui procurar lugar na televisão".
- Mas você não vê que eu não estou fantasiado? Perguntou Milton. Seu eu estivesse usando uma roupa de pato, se eu fosse uma pessoa com roupa de pato, eu seria da sua altura. Mas eu sou baixinho como um pato! Como um pato de verdade!
- Então como é que você sabe falar?
- Mas os patos falam!! disse Milton, quase chorando.
- Não vem com essa, ô malandro, disse um guarda que estava ali perto. Para mim você é um pato mecânico. Deve ser uma espécie de robô com um computador na cabeça!
E o guarda foi logo agarrando o Milton para arrancar a cabeça dele e ver o que tinha dentro.
- Me larga! Me larga! Gritava Milton. "Eu sou um pato! Um pato de verdade! Sou um PATO! Um PATÔÔÔ..."!
De repente Milton teve um estremeção. Abriu os olhos e viu que estava em casa. Ele tinha sonhado. Olhou para seus pais, ainda meio assustado, e disse:
- Eu sou um pato... eu sou um pato...
E seus pais disseram:
- Puxa, ainda bem que você se convenceu!
- É mesmo, já estava na hora de você achar que era um pato mesmo!
- É, todo mundo estava cheio dessa história de achar que não era um pato, que era diferente...
Milton ouviu tudo aquilo e ficou pensando: "Puxa, ainda bem que eu sou um pato, um patinho como todos os outros! Ainda bem!".
E daí por diante não havia pato mais contente, que tivesse mais vontade de nadar na lagoa, do que o Milton. De vez em quando ele ainda dizia: "Sou um pato! Um pato mesmo!". E dava um suspiro de alívio.




Agora responda:


1. Quem é o personagem principal?

R: Milton, o patinho bonito.

2. Como era o ovo que deu origem ao patinho Milton?

R:  não era um ovo de pato comum. Era meio azulado e brilhante, quase como um ovo de Páscoa. Mas ovos de Páscoa são embrulhados. Esse ovo não era; a casca é que era meio azul.

3. Por que esse patinho não recebeu um nome de pato comum?

R: Porque ele era mais bonito do que os outros. Acharam ele tão bonito que resolveram logo uma coisa. Não era justo dar para ele um nome qualquer. Ele era diferente. Era mais bonito. Como é que poderia tem um nome comum, como "Quém quém?".



4. Milton pensava que era pato ou algum outro ser? O que ele pensava que ele era?

R: Milton pensava que por ser tão bonito, talvez ele fosse gente e não um pato.


5.O que Milton dizia quando os outros patos o chamavam para nadar?

R: Ele dizia não ser um pato como os outros, por isso não queria fazer as coisas comuns aos patos.

6. Qual era o maior desejo de Milton?


R: Milton desejava ser um astro da TV.


7.As pessoas da televisão acreditaram que Milton era um pato de verdade? 


R: Não, eles acreditaram que ele era uma espécie de pato mecânico.


8. Milton se achava melhor do que os outros patos, mas depois ele mudou de ideia. Por que ele mudou de ideia?


R: Ele percebeu que uma boa aparência não faz ninguém ser superior e que querer ser melhor do que os outros poderia levá-lo a confusões e problemas terríveis.


10. Escreva um final para essa outra história:

ERA UMA VEZ uma mamãe pata que teve 5 ovos. Mas um dos patos nasceu muito feio ….

R: Resposta individual.


Livro Todo dia
Todo dia, de David Levithan, é um romance um pouco diferente dos que normalmente lemos. Ele tem um personagem sem corpo. Essa é a história de A., um garoto que atualmente tem dezesseis anos e sempre viveu trocando de corpo, todo dia um corpo diferente, uma vida diferente.
Todas as manhãs, ele acorda em um corpo novo, em uma família nova, tendo que se adaptar à rotina da pessoa dona do corpo no qual ele está hospedado, tentando se envolver o mínimo possível e não fazer alterações na rotina da pessoa.
A. não sabe exatamente como funciona, ou se existem outros como ele, mas sabe que às 00h ele deve estar dormindo porque é a hora de deixar o corpo. Ele consegue acessar à mente do corpo hospedeiro e descobrir o básico para passar o dia sem que amigos e parentes percebam que há algo muito errado.
Uma coisa muito interessante desse livro é a empatia que A. acaba tendo com diferentes grupos de pessoas, ele tem que ser homem, mulher, pobre, rico, magro, gordo.
Um dia ele acorda no corpo de um garoto chamado Justin e acaba se apaixonando pela namorada dele, Rhiannon. Uma menina linda, com ótimas qualidades, mas que não tem autoestima e aceita ser tratada mal por Justin. A. acaba se envolvendo a fazendo com que o Justin a trate bem e tenham momentos inesquecíveis. Após esse dia, mesmo em outros corpos, ele não esquece Rhiannon e teme o mal que pode ter causado a envolvendo ainda mais com Justin. Assim, ele tenta encontrar uma forma de se comunicar com ela e tentar viver esse amor, cada dia em um corpo diferente.
Há algum tempo um livro não me prendia assim, e mesmo com dias corridos e estressantes, eu não larguei o livro até terminar em tempo record. É um livro bom pra pensar e passar o tempo, uma leitura agradável e reflexiva, com um final, que, se não foi o que mais me deixaria feliz, acho que foi o que tinha que ser.